Nos últimos 12 meses o acumulado do INPC chegou à 6,3%, sendo que o principal item responsável por este aumento foi a Alimentação que chegou a 10,81%.
Conforme o Dieese à Cesta Básica de BH, neste período, foi reajustada em 10,81%, passando de R$ 224,37 p/ R$ 248,77. E para não perdermos o poder de compra os Tickets tem que ser reajustado em no mínimo 10,81%, não em apenas 6,3% do INPC.
Além disto o aumento do combustível acaba também aumentando todos os produtos.
Companheiros! Não podemos aceitar o reajuste dos preços pelo governo Dilma para controlar a inflação. Nem a política de exportação da monocultura do agronegócios.
Temos que lutar para baixar os preços e garantir a nossa auto sustentabilidade.
Ö Minasligas — Após a reunião onde reivindicamos o reajuste do Ticket Alimentação a empresa reajustou em apenas 6,3%, passando de R$ 256,80 p/ R$ 273,00 x 11 = R$ 3.009 ao ano.
Ö Inonibrás — Na 2° reunião de negociação a empresa reajustou em apenas 5,76%, menos que a inflação do período, passando de R$ 235,2 p/ R$ 249,2 x 11 = R$ 2.741 ao ano.
Ö Liasa — A Liasa colocou em sues quadros de aviso que apenas irá reajustar o Ticket em 10,43%. Passando de R$ 230 para R$ 253,9 x 11,5 = R$ 2.919 ao ano.
Companheiros!

Por que esta diferença?
Aprovado na Assembléia os Metalúrgicos reivindicam: - 10,81% da inflação dos produtos alimentícios;
- 10% de aumento real;
- 1 Talão completo de Ticket no período de Férias;
Afinal os 6,3% do INPC não representa os 10,81% da Cesta Básica de BH.
As empresas descontam o Ticket no IR.
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