A reunião da Coordenação Nacional da CSP Conlutas teve início nesta sexta-feira, dia 2 de junho, no Hotel San Raphael, em São Paulo. O dia é dedicado ao debate sobre a questão agrária, envolvendo temas como a questão ambiental e o impacto de grandes obras como a Usina de Belo Monte, a violência no campo e a criminalização dos movimentos sociais, dentre outros.
Cada um dos que apresentou a experiência em seu estado, mostrou que a luta no campo no Brasil é marcada pela violência, armas de fogo e mortes. Estão representados no debate diversos movimentos de luta pela reforma agrária, como o MTL – Movimento Terra Trabalho e Liberdade, e sindicatos de trabalhadores rurais. Também enviaram uma representação os quilombolas da “Pedra do Sal” do Rio de Janeiro e dirigentes do Sindiflora da Bahia (sindicato que atua entre os trabalhadores do reflorestamento).
Do estado do Acre veio a companheira Derci, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Derci é contemporânea de Chico Mendes e atualmente está à frente do sindicato local. De Anapu, no Pará, veio um representante do PDS Esperança – Projeto de Desenvolvimento Sustentável – que se tornou conhecido nacionalmente após o assassinato da Irmã Dorothy. São companheiras e companheiras que enfrentam uma dura luta contra os madeireiros e governos locais.
Uma delegação de dirigentes da Federação dos Assalariados Agrícolas de São Paulo também está presente, além de muitos outros lutadores pela reforma agrária e dirigentes dos trabalhadores rurais dos estados do Pará e Minas Gerais.
No início da sessão foi prestada uma homenagem aos cinco trabalhadores rurais assinados nos últimos dez dias, nos estados do Pará, Acre e Rondônia.
O representante dos assalariados agrícolas de São Paulo rendeu homenagens ao casal José Luis e Rosa Sundermann, militantes do PSTU assassinados em São Carlos\SP há dezessete anos e cujos executores e mandantes do crime seguem impunes.
Também foi apresentado um vídeo que registra a experiência dos assentados na Cooperativa São Domingos, empreendimento pioneiro, que trabalha com a propriedade e gestão coletiva da terra.
O debate está pautado pela elaboração do programa da Central para o campo, com toda a sua diversidade e tem ainda como objetivo organizar a intervenção da Central nas lutas dos movimentos dos trabalhadores no campo, pela terra, contra a violência, em defesa da natureza e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.
Cada um dos que apresentou a experiência em seu estado, mostrou que a luta no campo no Brasil é marcada pela violência, armas de fogo e mortes. Estão representados no debate diversos movimentos de luta pela reforma agrária, como o MTL – Movimento Terra Trabalho e Liberdade, e sindicatos de trabalhadores rurais. Também enviaram uma representação os quilombolas da “Pedra do Sal” do Rio de Janeiro e dirigentes do Sindiflora da Bahia (sindicato que atua entre os trabalhadores do reflorestamento).
Do estado do Acre veio a companheira Derci, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Derci é contemporânea de Chico Mendes e atualmente está à frente do sindicato local. De Anapu, no Pará, veio um representante do PDS Esperança – Projeto de Desenvolvimento Sustentável – que se tornou conhecido nacionalmente após o assassinato da Irmã Dorothy. São companheiras e companheiras que enfrentam uma dura luta contra os madeireiros e governos locais.
Uma delegação de dirigentes da Federação dos Assalariados Agrícolas de São Paulo também está presente, além de muitos outros lutadores pela reforma agrária e dirigentes dos trabalhadores rurais dos estados do Pará e Minas Gerais.
No início da sessão foi prestada uma homenagem aos cinco trabalhadores rurais assinados nos últimos dez dias, nos estados do Pará, Acre e Rondônia.
O representante dos assalariados agrícolas de São Paulo rendeu homenagens ao casal José Luis e Rosa Sundermann, militantes do PSTU assassinados em São Carlos\SP há dezessete anos e cujos executores e mandantes do crime seguem impunes.
Também foi apresentado um vídeo que registra a experiência dos assentados na Cooperativa São Domingos, empreendimento pioneiro, que trabalha com a propriedade e gestão coletiva da terra.
O debate está pautado pela elaboração do programa da Central para o campo, com toda a sua diversidade e tem ainda como objetivo organizar a intervenção da Central nas lutas dos movimentos dos trabalhadores no campo, pela terra, contra a violência, em defesa da natureza e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.
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